Custos com logística no Brasil: saiba como reduzir!

Resumo

Se quiser, pule para a parte do seu interesse:

Compartilhe:

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Compartilhe:

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Não chega a ser um fato novo, mas também não é uma informação que se possa ignorar: o custo com logística no Brasil é um dos principais entraves para o fortalecimento dos negócios e o crescimento da economia. O que não faltam são pesquisas, levantamentos e estatísticas para comprovar esta cruel realidade.

Se você quer entender um pouco mais sobre o atual cenário brasileiro, as implicações dos custos com logística no desempenho e no resultado das empresas e identificar as melhores formas para conter os gastos, fique com a gente. Vamos mostrar que é possível, sim, fazer uma administração eficiente dos negócios e das finanças a partir de investimentos em tecnologia e com a ajuda de parceiros especialistas em gerenciamento de risco e gestão logística

Os números não mentem

De acordo com o ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, os custos com logística representam 12,2% do PIB brasileiro. O percentual é um dos mais altos da América Latina, informou o economista-chefe do Banco Mundial para o Brasil, Antonio Nucifora, em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo.

Realizada pela Fundação Dom Cabral (FDC) há oito anos, a pesquisa “Custos Logísticos no Brasil” aponta que a grande vilã dos gastos elevados é a infraestrutura de transportes. Ou a falta dela. Os gastos com transporte de longa distância ficaram 42% mais caros segundo o levantamento feito em 2017 pela FDC, se comparado a anos anteriores.

O segundo item que mais pesa é a mobilidade urbana. Os custos para distribuir os produtos nas cidades brasileiras representam R$ 15,5 bilhões de prejuízo para as empresas. Ainda de acordo com o estudo, em 2017 o custo com logística representou 12,37% do faturamento bruto das empresas, considerando-se somente a área industrial (sem contar o segmento de serviços). Na primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 10,5%.

De acordo com o Coordenador do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Logística, Suprimentos e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende, o Brasil tem o maior custo logístico entre as principais economias do mundo. Outro agravante é o fato de que a receita das empresas pouco cresceu nos últimos anos, em função da crise econômica, mas, apesar disso, os custos não se mantiveram estáveis.

 

Dependência do transporte rodoviário

A sobrecarga da matriz logística brasileira, ainda dominada pelo modal rodoviário, também é um dos fatores determinantes para a elevação dos custos logísticos. Conforme o relatório “De Volta ao Planejamento: Como Preencher a Lacuna de Infraestrutura no Brasil em Tempos de Austeridade”, desenvolvido pelo Banco Mundial, o Brasil teria condições de economizar cerca de 0,7% do PIB anualmente se deslocasse fretes do modal rodoviário para o ferroviário ou aquaviário.

A questão é que a falta de investimentos para garantir que esses modais se fortaleçam e atendam adequadamente às demandas do mercado se impõe como outro grande desafio. Enquanto isso, empresas precisam buscar alternativas que vão muito além das paredes do escritório para garantir uma gestão eficaz, com negócios que se mantenham sustentáveis e equilibrados financeiramente. E mais rentáveis, é claro!

Existe saída?

Mesmo que o cenário não seja favorável neste momento para as empresas brasileiras quando o assunto é logística, algumas medidas podem ajudar a conter os gastos, equilibrar as contas, evitar prejuízos e tornar as operações de armazenagem, distribuição, estoque e transporte mais eficientes. Uma das alternativas, e talvez a mais assertiva, é o investimento em inovação, alta tecnologia e ferramentas de gestão modernas.

Ter total controle do processo, prevenir incidentes e sinistros, corrigir falhas, administrar imprevistos, manter equipes treinadas, evitar desperdícios de recursos e contar com soluções adequadas ao gerenciamento da operação são aspectos fundamentais para quem quer deixar de fazer parte das preocupantes estatísticas quando o assunto é custo logístico.

 

Reduzir gastos é possível. E pode ser mais fácil do que parece!


Sabemos que reduzir os gastos é, de fato, uma tarefa desafiadora para empresas de transporte e logística. Disso ninguém discorda. A questão é que fechar os olhos para o problema também não é uma saída razoável, não é mesmo?

 

Então, é hora de pensar em boas práticas e modelos de melhorias a serem aplicados de forma efetiva, influenciando diretamente no custo e na qualidade das operações.

 

Alguns passos são importantes na hora de controlar os gastos, reduzir as despesas e encontrar o ponto de equilíbrio.

 

  1. Tenha domínio e visibilidade da operação completa.
  2. Mantenha o planejamento estratégico da empresa sempre atualizado.
  3. Faça a análise gerencial dos dados e o mapeamento dos processos.
  4. Identifique e entenda todos os seus custos logísticos.
  5. Mapeie os gaps, elos mais fracos e deficiências da operação.
  6. Tenha processos bem definidos para todas as etapas da operação e capacite as equipes.
  7. Invista em inovação e tecnologia e busque parceiros especializados em soluções para o gerenciamento de risco e a gestão logística de sua empresa.
  8. Acompanhe sistematicamente os indicadores de desempenho (KPIs).
  9. Trace cenários que possam elevar resultados futuros.

 

 

Análise criteriosa dos custos com logística

Não há mágica quando o assunto é eficiência e redução de despesas. Neste quesito, dividir os gastos por centros de custos é a melhor forma de obter uma visão ampla e detalhada do negócio. A análise dos impactos dos números de uma viagem sobre a receita, por exemplo, é outro item que merece atenção.

Sabemos que algumas situações fogem do controle da área administrativa, que atua longe das estradas. Mas ter em mente quais são as variáveis de cada operação e quais providências devem ser tomadas para evitar que os custos fujam do controle é dever de gestores e times preocupados com os rumos da empresa, da economia e dos negócios.

Já falamos também sobre a importância de acompanhar os KPIs (Key Performance Indicador ou Indicadores-chave de Performance, em português), mas não custa lembrar: fique atento aos indicadores de movimentação e armazenagem de materiais, gestão de estoque, logística reversa, capacidade do caminhão e percentual de ocupação, taxa de disponibilidade dos veículos, nível de qualidade das entregas e índice de reclamações e ocorrências, entre outros índices essenciais aos negócios.

 

Como fazer uma gestão eficiente

Sabemos que é humanamente impossível cuidar de tantos detalhes sozinho. E nem é isso o que estamos propondo. Em operações tão complexas e caras como as de transporte e logística, softwares de gestão e centrais de monitoramento e gerenciamento de risco podem ajudar, e muito, na hora de reunir dados tão importantes e estratégicos.

Com softwares, parceiros experientes e ferramentas de gestão eficazes é possível ter o controle total dos processos e, principalmente, dos custos. Com tecnologia, visão completa do negócio, indicadores e gargalos bem à vista, sua operação se tornará mais ágil e seus custos serão reduzidos, com maior rentabilidade à sua empresa.

 

Se você quer saber mais sobre o tema e identificar precisamente onde se perde dinheiro e quais são os desafios da gestão de frotas, acesse este material que preparamos e esteja pronto para um ano de bons resultados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Open News!

Assine nossa newsletter para ficar por dentro das principais novidades no mundo dos transportes.

Posts relacionados

© 2021 Opentech Soluções em Gerenciamento de Risco e Logística. Todos os direitos reservados.
Scroll Up